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Terça-feira, Abril 25, 2006

PEIXE-BOI: UMA ESPÉCIE EM PERIGO!


É provável que o peixe-boi tenha tido sua origem há mais ou menos 45 milhões de anos. Desde os primeiros contatos com o homem, este mamífero de águas doces e salgadas despertou muito interesse. O tamanho impressionava e levava os pescadores a temerem o animal.

O fato de ser dócil e precisar vir à tona para respirar contribuiu para que os peixes-bois fossem caçados durante séculos. Quando os portugueses chegaram ao Brasil logo ficaram interessados na carne, na gordura e no couro desses animais. A captura indiscriminada levou o peixe-boi ao risco de extinção.

A história está cheia de episódios que relatam as aventuras do homem e seu convívio nada amistoso com o mais dócil e indefeso dos animais. As embarcações, além de poluir o meio ambiente, provocam estrago entre as populações de peixes-bois, que são facilmente atingidos pelas hélices.

Para saber mais sobre este incrível e ameaçado animal, visite: www.projetopeixe-boi.com.br
Segunda-feira, Abril 17, 2006


GREENPEACE ALERTA: 90% DA MADEIRA
COMERCIALIZADA NA AMAZÔNIA É ILEGAL


Citando uma estimativa divulgada pelo IBAMA, Adriana Imparato, coordenadora do projeto Cidades Amigas da Amazônia do Greenpeace alertou: atualmente, 90% de toda a madeira produzida na Amazônia tem origem ilegal. Segundo ela, 64% de toda a madeira produzida no Brasil é consumida pelo mercado interno.

De acordo com as estimativas, um terço de toda a madeira produzida é consumida pela máquina do Estado. Sendo assim, a máquina do Estado está cometendo um grave crime ambiental. Devido a isso, o Greenpeace defende a criação de leis que regulamentem o consumo de madeira pelos órgãos públicos.

Segundo Adriana, os maiores mercados consumidores são as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro e a região do Grande ABC paulista. Mas O Estado brasileiro que mais compra madeira é São Paulo, que consome cerca de 15% de toda a produção do país. São Paulo fica à frente de todos os demais estados do Sul e Sudeste, que juntos consomem 27% da madeira produzida.
Quinta-feira, Abril 06, 2006

EMPREENDIMENTO "ECOLÓGICO" DERRUBA TODAS
AS ÁRVORES DE UM BOSQUE EM SÃO PAULO


Acabo de receber uma denúncia bem polêmica. Um "empreendimento ecológico" que devastou um bosque na sofrida São Paulo.
Na foto acima vocês podem ver o estrago que estes "ecologistas" fizeram onde antes havia um bosque. Confiram abaixo partes da denúncia. Depois visitem o blog deste cidadão exemplar que não conseguiu aceitar esta vergonha que ousaram chamar de "empeendimento ecológico".

"Resido no bairro Jardim das Vertentes (Butantã), na zona oeste da capital paulista. Em frente ao condomínio onde moro, existe um terreno onde havia (até 2 semanas atrás) um bosque com mais de 50 árvores, entre 10 e 15 anos de idade.
Há algum tempo, esse terreno foi comprado para a construção de um empreendimento chamado "Ecolife".
Até aí tudo bem, não fosse o fato de que para a construção do condomínio ecológico "Ecolife", todas as árvores daquele bosque foram derrubadas. (...)

Segundo o presidente da construtora Esfera, proprietária da marca Ecolife:
"O empreendimento está baseado em duas coisas importantes: qualidade de vida FOCADA NA ECOLOGIA E PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE . Qualidade de vida ligada à ecologia é agregar, de alguma forma, a natureza à vida das pessoas. Um relacionamento harmônico entre o homem e o seu meio ambiente. A casa da gente, em princípio, é uma das partes mais importantes do nosso meio ambiente".

Entretanto, como uma empresa que se diz ecologicamente correta pode derrubar 50 árvores sem pensar em replantá-las?!
Sim, realmente me incomodo com essa derrubada.Penso que uma empresa que prega a qualidade de vida focada na ecologia, deveria ter planejado melhor o impacto para os atuais moradores da região. Esse é um princípio básico para as empresas com responsabilidade ecológica. (...) Caramba, será que só eu percebo o quanto é incoerente derrubar tantas árvores para se fazer um condomínio ecológico?

Então, penso que usar o termo Eco, sem realmente fazer dele um compromisso, pode abrir precedentes para "EcoJogadas" de marketing, que na prática funcionam como fast-food. Não podemos banalizar o "EcoCompromisso" das empresas, nem tão pouco o "EcoEntendimento" das pessoas."

Visite o blog do autor e confira com seus próprios olhos. www.ecotrouxa.blogspot.com/

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