Político convertido em ambientalista convertido em estrela de cinema, Albert Gore Jr., 58, ex-vice-presidente (democrata) dos EUA, admitiu ontem em São Paulo que teria tido problemas para ratificar o Protocolo de Kyoto caso tivesse ganho a Casa Branca em 2000.
O acordo internacional contra o efeito estufa vinha sendo mantido em banho-maria pela administração Clinton, com resistência do Senado, e foi rejeitado de vez por George W. Bush em 2001, levantando o planeta contra os Estados Unidos.
"A verdade é que teria sido difícil para mim ou para qualquer presidente, numa época em que a imprensa ainda dizia em metade de suas reportagens que o problema poderia nem ser real", disse Gore. O americano esteve no Brasil para participar de um evento na Câmara Americana de Comércio e promover o livro "Uma Verdade Inconveniente", cujo filme homônimo, sobre o efeito estufa, está causando furor em seu país.
Para ler a entrevista concedida por Gore à Folha, clique aqui! postado
por Marco Pozzana às
10:29 AM
Quantas vezes ouvimos e até mesmo nos fazemos essa mesma pergunta, principalmente quando ocorrem certos fatos que podem causar revolta, e cuja solução está longe de nosso alcance?
Acontecem tantas injustiças que não conseguimos reparar (algumas vezes praticadas por nós mesmos), tantos erros que acabam sendo irreparáveis, que chegamos mesmo a questionar para que serve nossa presença, se nada podemos fazer para acertar essas coisas todas.
Apesar de podermos causar todo este mal que temos feito ao planeta Terra e as outras espécies, temos sempre que nos lembrar desta enorme responsabilidade: - Os humanos são a única espécie que pode proteger as outras.
postado
por Marco Pozzana às
5:51 PM
foto: corrente de âncora matando corais Infelizmente o turismo ecológico no Brasil vem sendo feito equivocadamente. Confiram o alarmante e-mail enviado ao nosso blog por um turista que não aceitou o descaso com o Meio Ambiente:
"Estive em Alagoas, mais precisamente nas piscinas naturais do Maragogi, verdadeira maravilha ecológica, onde uma extensa barreira de corais concentra várias espécies de peixes.
Entretanto, esta maravilha está sendo fatalmente agredida. Turistas são levados para esse local por pousadas e agências de turismo sem qualquer cerimônia. Ali os turistas diariamente embarcam em catamarãs com capacidade para cerca de 100 pessoas cada um. Os catamarãs despejam os turistas nas piscinas naturais sem nenhum controle, sendo possível ver pessoas retirando pedaços de corais, ou destruindo-os ao pisá-los.
Os cidadãos que exploram esta atividade não estão nada preocupados, pois, cobram R$ 27,00 por cabeça. Multiplicando esse número por seiscentos é possível ver que é uma atividade meramente mercantil, sem nenhuma preocupação com a preservação ambiental.
Já solicitei providências ao IBAMA, muito embora não tenha fé em seu poder fiscalizador, porque, se tivesse fiscalização, aquela atividade já estaria proibida. De modo que, solicito ajuda dos senhores para tentar salvar o que ainda resta daquela maravilha da natureza.
postado
por Marco Pozzana às
7:22 PM