A fiscalização ambiental no Brasil está muito aquém do nescessário.
O Brasil está de parabéns quando o assunto é criação de reservas. o sistema de unidades de conservação brasileiro é um conjunto impressionante de enorme valor cultural, econômico e científico, que inclui diversas modalidades de áreas protegidas e abriga uma quantidade expressiva de paisagens de beleza indescritível.
O grande problema é que na maioria destes "santuários da vida", a fiscalização é insuficiente ou inexistente. O que nos leva a concluir que devemos concentrar os esforços na fiscalização destas importantes áreas.
Confira abaixo, um pequeno trecho do artigo "Largados no mato", de Andreia Fanzeres:
"Coragem, diplomacia, dinheiro e alguma dose de confiança na marca "governo federal" bem que poderiam ser exigências de candidatos a analistas ambientais do Ibama. Os servidores que estão no interior, em áreas longínquas e desprestigiadas, sabem disso - ou souberam tarde demais, quando já tinham sido transferidos para elas. Hoje, precisam literalmente se munir desses atributos para desempenhar suas mais elementares obrigações legais de proteção à natureza. A dúvida é saber até quando vão agüentar, sozinhos, as conseqüências da desmoralização da instituição que representam."
Para ler o artigo completo do site O eco, clique aqui! postado
por Marco Pozzana às
4:30 PM
Em poucos anos, não haverá mais neve no Kilimanjaro. A temperatura aumentou em até 3.5º C em 20 anos no Quênia
As mudanças climáticas já afetam os africanos e vão anular os esforços de combate a pobreza a menos que sejam tomadas medidas urgentes, segundo um estudo feito em conjunto por uma série de agências humanitárias britânicas e grupos ambientais.
As secas estão piorando e o clima, cada vez mais imprevisível, se transformando em uma ameaça de proporções inéditas para a segurança alimentar, segundo o documento.
O estudo pede para que seja aplicado um modelo de desenvolvimento "à prova do clima" e que sejam aplicadas reduções de emissões de gás carbônico em larga escala, para evitar "transformações catastróficas".
O estudo, Up In Smoke 2, é uma atualização de estudos anteriores realizados pela Oxfam, a New Economics Foundation e o Working Group on Climate Change and Development. A ciência mostra que estão sendo agora registrados novos e perigosos extremos.
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por Marco Pozzana às
3:43 PM