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Segunda-feira, Abril 28, 2008
PRESERVANDO A VIDA MARINHA
É mais difícil proteger as espécies nos oceanos que em terra firme. Foto: Roberto Rokab
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente vai combater a pesca predatória em São Paulo por meio da criação de áreas marítimas de preservação ambiental e da intensificação da fiscalização no litoral. Em 8 de junho é Dia Mundial dos Oceanos e o governador José Serra deverá assinar em decreto de criação das Áreas de Proteção (APAs) dos litorais norte, sul e centro. Com isso, a área protegida na orla do Estado de São Paulo passará de 1 milhão de hectares para 2 milhões de hectares.
O secretário Xico Graziano está determinado a acabar com as parelhas de arrasto, modalidade de pesca em que redes de malha fina de até 2 mil metros são puxadas por duas embarcações, capturando o que houver no fundo do mar. A pesca de arrasto é, muitas vezes, praticada nas proximidades das praias, onde há peixes pequenos, que acabam sendo descartados por terem baixo valor comercial. Além disso, os cabos de aço e correntes usados na pesca de arrasto remexem o fundo do mar, causando danos ecológicos que perduram durante anos.
Estima-se que, de cada dez quilos de peixes e crustáceos capturados dessa maneira, nove se transformam em lixo nas águas. E, graças à pesca predatória, 17 espécies de peixes já são consideradas ameaçadas de extinção no litoral paulista. Fonte: O Estado de São Paulo
postado
por Marco Pozzana às
12:13 PM
Terça-feira, Abril 15, 2008
ABRAÇANDO O MEIO AMBIENTE
Pequenas mudanças que você pode adotar para melhorar o planeta. Foto: Júlia Luz
Que estamos deixando uma triste herança para nossos filhos e netos, isto já não é novidade. Muito pessimismo também não vai ajudar neste desafio que a humanidade tem pela frente. Neste cenário a certeza é a de que você pode e deve fazer a sua parte.
Se você não conhece a frase "Pensar globalmente, agir localmente", é melhor memorizar e refletir sobre a mensagem. Pequenas medidas que você pode adotar irão fazer toda a diferença em um futuro próximo.
Enumero em seguida atitudes primordiais para sua saúde e de nosso planeta: Caminhe ou vá de bicicleta quando puder. Carros são mais responsáveis por danos a atmosfera do que as indústrias. Recicle - o lixo que não é reciclado acaba em um aterro, gerando metano e CO2; além disso, produtos reciclados requerem menos energia para ser produzidos do que produtos feitos do zero; Plante árvores e outras plantas onde puder - as plantas tiram o CO 2 do ar e liberam oxigênio; Jamais queime lixo - a queima lança CO2 e hidrocarbonetos para a atmosfera. Se não der para evitar ter um carro, certifique-se de andar somente com o motor regulado - isto permitirá que ele funcione com maior eficiência e produza menos gases nocivos; Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente.
É claro que existem muitas outras medidas a serem tomadas para evitar um colapso ambiental, mas estas atitudes podem ser consideradas primordiais por serem simples e de grande importância. Para finalizar estas diretrizes, lembre-se também de sugerir para seus amigos a adoção destas práticas.
postado
por Marco Pozzana às
12:19 PM
Quinta-feira, Abril 03, 2008
BIOPIRATARIA: UM CRIME ANTIGO
A prática é responsável por perda de biodiversidade e tecnologia nacionais. Foto: M. Pozzana
A biopirataria é a exploração, manipulação, exportação e/ou comercialização internacional de recursos biológicos que contrariam as normas da Convenção sobre Diversidade Biológica, de 1992.
A enorme biodiversidade do Brasil e a falta de políticas para sua proteção, pesquisa e aproveitamento econômico fazem do país um dos principais alvos da biopirataria. Devido a este fato, vem ocorrendo em grandes proporções no País.
Em geral, a prática é feita por traficantes, recrutados pelos grandes laboratórios farmacêuticos internacionais. A ong Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres - www.renctas.org.br estima que cerca de 38 milhões de animais da Amazônia, da mata Atlântica, das planícies inundadas do Pantanal Mato-Grossense e da região semi-árida do Nordeste sejam capturados por traficantes de animais, que faturariam cerca de 1 bilhão de dólares ao ano. Isso representaria 10% do comércio ilegal de animais no mundo, conforme relatório do IBGE.
Segundo a Renctas, de cada dez animais traficados, apenas um chega ao destino final – nove morrem na captura ou durante o transporte. Fonte: Wikipédia.org
postado
por Marco Pozzana às
11:39 AM
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